quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

hino da bandeira do BRASIL

O Hino à Bandeira surgiu de um pedido feito pelo Prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac para que compusesse um poema em homenagem à Bandeira, encarregando o professor Francisco Braga, da Escola Nacional de Música, de criar uma melodia apropriada à letra. Em 1906, o hino foi adotado pela prefeitura, passando, desde então, a ser cantado em todas as escolas do Rio de Janeiro. Aos poucos, sua execução estendeu-se às corporações militares e às demais unidades da Federação, transformando-se, extra-oficialmente, no Hino à Bandeira Nacional, conhecido de todos os brasileiros.

Histórico do Hino à Bandeira:

Na inauguração da Escola de Tiradentes do Rio de Janeiro, em 1905, foi cantado o Hino à Tiradentes, sendo a música de Francisco Braga e a letra de Olavo Billac.O Dr. Francisco Pereira Passos, prefeito do Distrito Federal, que assistia às solenidades, determinou ao Dr. Manoel Bonfim, diretor da Instrução Pública, que em todas as escolas municipais deveriam no momento do hasteamento da Bandeira Nacional executar um hino em honra ao Pavilhão Nacional.Foi incumbido de fazer o hino, Francisco Braga e a letra coube a Olavo Billac que nesta época era inspetor escolar.No princípio de 1906, o instituto Profissional, hoje “João Alfredo”, executou pela primeira vez o Hino à Bandeira em homenagem a Francisco Braga, que havia sido aluno e mestre da banda do Instituto. Das escolas municipais o hino começou a ser cantado em todas as outras escolas, não apenas no Distrito Federal, mas em todo país.O Hino à Bandeira foi apresentado em grande exibição no Teatro Lírico a 15 de agosto de 1906,para encerrar a festa oferecida pela Prefeitura aos membros da 3ª Conferência Panamericana.Diversas vezes foi o hino executado com grande pompa.O hino foi oficializado com o decreto nº 15.671 de 6 de setembro de 1922.

Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem mar destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Nenhum comentário:

Postar um comentário